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A dor cervical

October 12, 2017

A dor cervical é a quarta causa de incapacidade nos Estados Unidos, com uma prevalência anual de 37,2% e configura como sintoma e não um diagnóstico, as suas etiologias são multifatoriais e muitas vezes difíceis de serem identificadas onde o trauma pode responder por uma parcela significativa dos casos. O mais relevante é classificar os casos entre dor neuropática (proveniente dos nervos) e/ou nociceptiva (devido a estímulo doloroso em alguma parte do corpo como músculos, tendões, ossos, etc).

 

Estudo americano realizado em academia militar, pacientes mais jovens até os de meia idade, a hérnia de disco cervical (dor no pescoço que irradia para um dos braços em “choque”) configurou a principal causa de dor neuropática, ao passo que dor facetária (articulações do pescoço) e discogênica (discos que estão entre as vértebras que se degeneram com o tempo) configuram a maior causa de dor cervical crônica, nos dois últimos casos, a dor cervical é acompanhada de irradiações atípicas. Outras causas relevantes podem ser a síndrome miofascial, whiplash (dor cervical após movimentos bruscos de desaceleração do pescoço, como frear o carro de uma vez), espamos musculares (ex. torcicolo), má postura (ex. forçar o pescoço para visualizar a tela do smartphone) e assim como acontece nos casos de dor lombar, devemos também descartar os sinais de alerta. Existem evidências que pessoas submetidas a um maior grau de tensão no dia a dia, estão sobre maior risco de apresentar dor cervical, além disso, a dor do tipo neuropática está associada a pior qualidade de vida em comparação a dor nociceptiva.

 

Inicialmente, a avaliação é realizada por meio de história clínica e exame físico, exames complementares podem ser necessários, como ressonância magnética, entre outros.

 

Devido a sua complexidade, o tratamento da dor cervical se torna um desafio, as radiculopatias (hérnias de disco cervicais) e estenose de canal medular são melhores tratadas com medicações adjuvantes e em casos refratários, injeções de corticóides no espaço peridural e descompressão do canal (cirúrgica e/ou percutânea) e a dor nociceptiva como exemplo a síndrome facetária e outras causas musculoesqueléticas são melhores tratadas com anti-inflamatórios, relaxantes musculares e radiofrequência. Abordagem multiprofissional com fisioterapia e psicoterapia oferecem benefícios adicionais.

 

 

 

 

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