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Fraturas osteoporóticas

November 28, 2017

As fraturas vertebrais são comuns em idosos e em mulheres no período pós-menopausa. Tais fraturas podem ter como etiologia principal a osteoporose ou serem decorrentes de trauma, infecções ou neoplasia.

 

A osteoporose é caracterizada por diminuição da massa e modificação da microarquitetura óssea, sendo a manifestação mais comum a fratura patológica e estima – se que cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem da patologia. Apresenta como manifestação clínica principalmente a dor, diminuição da altura e desalinhamento da coluna da vertebral, sintomas neurológicos (em caso de compressão medular), bem como alteração na autoestima e problemas sociais. Quanto maior o número de vértebras acometidas, maior a chance de desenvolver dor crônica.

 

O diagnóstico da osteoporose é dado por meio de realização de densitometria óssea, sendo esse o padrão – ouro, podendo – se lançar mão de outros métodos de imagem em situações específicas.

 

O tratamento da osteoporose inclui métodos para a prevenção de fraturas, tais como reposição de cálcio e vitamina D, uso de bifosfonados, paratormônio e reposição hormonal. Mais recentemente, uma nova substância chamada Tetiparatide, se mostrou superior aos bifosfonados como adjuvante no tratamento da osteoporose.

 

Quando em vigência de fratura, a conduta preferida ainda é a abordagem não cirúrgica, sendo feita por meio de imobilização, uso de analgésicos, fisioterapia e reabilitação motora. Em caso de déficit neurológico, deformidade severa ou ausência de resposta ao tratamento conservadores, está indicada a abordagem cirúrgica.

 

 

 Fonte: http://files.bvs.br/upload/S/0103-5355/2014/v33n3/a4936.pdf

 

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