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Enxaqueca vs toxina botulínica

May 28, 2018

A enxaqueca crônica é definida como ataques de dores de cabeça que ocorrem por mais de 15 dias por mês durante pelo menos 3 meses, com duração de ataque que dura mais de 4 horas, geralmente de um lado da cabeça e de caráter pulsátil, podendo também se associar a sintomas de náuseas, vômitos, foto/fonofobia (sons e luz alta piorando o quadro). A enxaqueca episódica, é definida como uma dor de cabeça com as mesmas características citadas acima, porém de menor frequência em comparação à enxaqueca crônica.

 

Vários tratamentos são propostos, dentre eles, mudanças dos hábitos de vida, higiene do sono, medicações abortivas da crise e profiláticas, acupuntura e procedimentos intervencionistas para alívio/profilaxia das crises.

 

De acordo com as últimas evidências científicas, a toxina botulínica, quando injetada em certos locais da cabeça, a exemplo do protocolo sugerido pelo PREEMPT, é recomendada para pacientes que sofrem de enxaqueca crônica, porque aumenta o número de dias sem dor de cabeça (nível de evidência A) bem como reduzem o impacto que a dor de cabeça causa na qualidade de vida dos que sofrem dessa doença (nível de evidência B). As diretrizes atuais, não recomendam o seu uso em enxaqueca episódica e cefaléia tensional.

 

Os mecanismos propostos do tratamento da dor pela toxina botulínica são a inibição de mediadores nociceptivos (que causam dor) pelos receptores periféricos, bem como ação neuromoduladora, ao diminuir a sensibilização nervosa periférica.

 

Fonte:

 

Simpson, , Zakin, E., Evidence on botulinum toxin in selected disorders, Toxicon (2018), doi: 10.1016/j.toxicon.2018.01.019.

 

 

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