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Os riscos da polifarmácia em pacientes com dores de cabeça!

July 19, 2018

 

 

A polifarmácia em indivíduos com cefaleia primária pode surgir de uma cascata de prescrições, nas quais medicações concomitantes criam um ciclo de efeitos colaterais e outras acabam sendo associadas para tratar estes efeitos, podendo levar a cronificação e piora do quadro clínico apresentado, conforme estudo publicado no CNS Drugs.

 

Este estudo observacional transversal incluiu 300 indivíduos com cefaléia primária, conforme definido na Classificação Internacional de cefaléias. Os pesquisadores dividiram a população do estudo em dois grupos: dor de cabeça episódica e dor de cabeça crônica. O estudo incluiu mulheres adultas que eram em sua maioria casadas e que trabalhavam. Informações sobre o diagnóstico específico de cefaléia de cada participante do estudo, características demográficas, número e tipo de comorbidades e a presença de polifarmácia (tipo e dosagem de todas as medicações dos últimos 3 meses) foram coletadas e avaliadas.

 

Os resultados mostraram que 40,7% da população do estudo utilizou 5 ou mais medicamentos, principalmente para tratar a cefaleia. Para toda a coorte, uma média de 4,37 medicamentos foram tomados em 3 meses. Polifarmácia em pacientes com cefaleia crônica foi o dobro do que indivíduos com cefaleia episódica relatados (58,8% vs 28,7%).

 

 

Este estudo revela que a polifarmácia é um problema significativo em indivíduos com cefaléia primária, e uma abordagem mais precisa beneficiaria o tratamento da cefaléia primária. O recente papel do peptídeo relacionado ao gene da calcitonina na fisiopatologia da enxaqueca pode oferecer um futuro de controle da enxaqueca sem polifarmácia e uso excessivo de medicamentos.

 

Fonte:

 

Ferrari A, Baraldi C, Licata M, Rustichelli C. Polypharmacy among headache patients: a cross-sectional study [published online May 11, 2018]. CNS Drugs. doi: 10.1007/s40263-018-0522-8

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